"O evangelho segundo Jesus"

"O evangelho segundo Jesus"

Saudações, meus caros leitores rubro negros! Eu sou André Zotês e aqui estamos para mais um Bardo Rubro Negro depois desse hiato da Copa América.

Geralmente, costumo falar mais sobre os jogos, porém desta vez serei fora do usual: discutiremos mais sobre formações de jogo, variações táticas e peças escaladas.

Conforme Jesus nos prometeu, o Flamengo voltou aos campeonatos de uma forma diferente. Linhas defensivas e de marcação mais altas, mais intensidade nos jogos e com uma escalação bastante ofensiva. Chamou-nos atenção alguns pontos, entretanto:

Laterais

No primeiro jogo oficial de JJ, tivemos um mais do mesmo com Rodinei/Renê. Mas, na partida seguinte, Rafinha estreou – Glória, Jesus!- e Trauco jogou. É verdade que o peruano pode estar esquentando a vaga de Filipe Luís, todavia essa era uma troca que muitos torcedores gostariam. E Pará pode apenas ser um simpático estado do Norte…

Zaga

Estão trabalhando mais, ainda batendo cabeça com a nova postura.Nada que não possa ser corrigido. Aproveito aqui pra incluir o Diego Alves neste tópico, pois agora faz vezes de líbero, já que tem certa habilidade em jogar com os pés. O lance que vamos descobrir é se o espanhol Pablo Marí já chega jogando ou se Léo Duarte se mantém entre os titulares, levando em conta que Rodrigo Caio seja um dos titulares.

Setor de meio campo

De uma maneira geral, aqui é onde ocorreram as maiores reformulações. O 433 de outrora e de longa data deu lugar à um 4132. E ao menos neste momento, o antes intocável Cuéllar não parece ser imprescindível. Na frente da zaga, quem tem ganhado espaço é Arão, o patinho feio que é bonito. Vocês vão contrariar Jesus? Resta saber se com a chegada do Gérson isso irá prosseguir. Continuando a falar deste importante setor, nós passamos a usar uma linha de três meias bastante criativa com Arrascaeta, Diego e Éverton Ribeiro. Com Diego fazendo uma função de segundo volante, às vezes.

Ataque

De uma linha com três, quer sejam dois pontas e um centroavante ou um falso nove; passamos para dois homens de frente. O Mister quer um nove mais clássico que ainda não veio. Quando vier, quem sai: Gabriel ou Bruno Henrique?

O que podemos dizer é que com laterais de verdade e um meio de campo com intensa mobilidade, a nação vislumbra um horizonte de muitas conquistas. Contra o Furacão tivemos problemas, já contra o Goiás conseguimos encaixar melhor as ideias de Jesus que nos deu indícios de que a sua maneira de jogar é essa. Pra frente, intensa e quem não acompanhar vai pro banco. Quem não treinar bem, não seguir a palavra, vai perder espaço, o elenco tá se encorpando.

Amanhã temos partida eliminatória, precisamos evitar os erros de Curitiba, compactando melhor os setores e preenchendo os espaços e manter o padrão de domingo que a gente carimba a vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Vencer, vencer, vencer… Eis o mistério da fé!

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